O que podemos questionar, é se ao invés de um Juiz determinar a transferência de presos de um estado para outro, se deveria existir uma instância em nível de supremo onde também o estado que recebe pudesse fazer suas alegações de dificuldades e então essa instância maior pudesse dá a palavra final.
Ninguém queira imaginar a contaminação criminal que esses marginais trazem para o convívio prisional em nosso estado, onde passam, a saber, o mundo do crime local podendo criar ramificações de suas quadrilhas em nosso meio.
A impressão que fica, é que o nosso RN continua sem comando, a revelia das decisões de fora para dentro do estado como se aqui fosse realmente o paraíso de Mãe Joana.
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